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Vivência na iniciação científica estimula profissionais a investirem na área de pesquisa


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Investir em iniciação científica é investir na formação de futuros profissionais pesquisadores. Acreditando nisso, a Faculdade Santo Agostinho tem intensificado suas ações de fomento, com vistas a consolidar uma cultura de pesquisa na instituição.



Tais ações têm gerado resultados bastante positivos, especialmente quando se pensa no processo de formação continuada dos egressos da FSA. Segundo levantamento realizado pelo Núcleo de Iniciação à Pesquisa (NIP), alunos que participaram de programas de incentivo à pesquisa como o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e o Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica (PIVIC) deram continuidade aos estudos em programas de pós-graduação – Especializações, Mestrados e Doutorados -, em instituições dentro e fora do Piauí.



Egresso do curso de Administração e bolsista PIBIC no primeiro ciclo de pesquisas (2014-2015), Daniel Max Oliveira terminou a graduação já aprovado na seleção do Mestrado em Administração da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGA/UFSC). Durante o período em que esteve vinculado ao PIBIC, Daniel desenvolveu pesquisas na área de marketing e comportamento do consumidor, tendo inclusive publicado alguns resultados em periódicos e congressos internacionais, como a 2nd Annual Conference – Middle Class Phenomenon in Emerging Markets, realizada em 2015, no Rio de Janeiro.



FSA NIP



Ruy Ascenso, egresso do curso de Farmácia, também se destaca quando o assunto é dedicação à pesquisa. Após a conclusão da graduação na FSA, Ruy trabalhou como Farmacêutico Diretor Técnico do Hospital Vitória de Timon e, em seguida, assumiu o cargo de Farmacêutico Assistente no Hospital Santa Maria, em Teresina. No início de 2015, o profissional decidiu dedicar-se integralmente à pesquisa, ingressando no Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, nível mestrado (conceito 7 da CAPES), na Universidade Federal de Santa Catarina: “Atualmente venho pesquisando na área cardiovascular utilizando compostos naturais, assim avalio um composto natural como possível meio de prevenção aos danos cardiovasculares decorrentes do diabetes”, esclarece Ruy.



Os resultados da dedicação de Ruy à pesquisa já começam a aparecer. No final de 2015, ele recebeu o prêmio “Fazendo a diferença – o conhecimento farmacêutico que melhora a realidade”, concedido pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina. O trabalho “Relato de caso: medicamento “novo”, agora com duas cápsulas!? Papel do farmacêutico na eficácia terapêutica”, é resultado de uma pesquisa realizada ainda no Piauí, quando Ruy atuou como farmacêutico do Hospital Santa Maria.



FSA_IzabelCasos como os de Daniel e Ruy são exemplos de como a participação em programas de incentivo à pesquisa abre novas oportunidades ao profissional. Para além da atuação no mercado de trabalho, o graduado tem a possibilidade de dar continuidade aos estudos em programas de especialização, mestrados e doutorados, passando assim a contribuir com o desenvolvimento científico de sua área.



“Os resultados do trabalho de iniciação científica vão além da publicação de contribuições em congressos ou periódicos científicos. Servem para enriquecer currículos, de modo individual, e se perpetuam por toda a vida a partir do momento que dão segurança para os discentes extrapolarem a formação classista”, enfatiza a supervisora de projetos, Profa. Ma. Izabel Herika Gomes Matias Cronemberger.


 
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