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Incentivo a Produção Audiovisual – Cinema

FILME “FLOR DE ABRIL”

A Faculdade Santo Agostinho patrocinou o filme Flor de Abril, do diretor Cícero Filho, que começou a ser produzido em 2010 e estreou em dezembro de 2011, no Teatro da Assembléia. O filme teve uma temporada de exibição no Cine Riverside, no período de 2 a 8 de dezembro 2011 e em abril/maio de 2012, estreou nos cinemas de São Luís.

O filme aborda assuntos como a violência contra a mulher e as buscas frustradas do ser humano pelo amor.

INCENTIVO AO CINEMA PIAUÍ/MARANHÃO

A Faculdade Santo Agostinho acredita e incentiva o cinema nordestino, disponibilizando recursos, cedendo o uso de suas instalações para produção e equipamentos de filmagem. Um dos grandes beneficiados por essa política é o cineasta Cícero filho, produtor, diretor e roteirista maranhense, nascido na cidade de Pedreiras – MA, mas formado em Jornalismo na instituição. De aluno a funcionário, Cícero filho recebeu a ajuda da FSA na produção de três filmes.

FILME ENTRE O AMOR E A RAZÃO (2006)

Em 2006, a instituição patrocinou o filme “Entre o Amor e a Razão. O filme conta a história sofrida de uma família de baixa renda, no interior do Maranhão, com renda abaixo da linha de pobreza, que sobrevive do extrativismo do babaçu. O chefe de família decide ir para a cidade grande, deixando a família, que sofre com a separação, a humilhação, o êxodo rural, e a injustiça social.

A instituição ainda ajudou na divulgação do filme, cedendo uma campanha em outdoors que foi veiculada na cidade.

 

FILME AI QUE VIDA (2007)

Em 2007, a Faculdade Santo Agostinho voltou a patrocinar um filme de Cícero Filho, desta vez a comédia “Ai Que Vida”. As comunidades interioranas do estado Maranhão e do Piauí participaram integralmente da produção do filme, gravado especialmente nas cidades: Esperantinópoles (MA), Timon (MA), São Francisco do Maranhão (MA), Poção e Pedras (MA), Teresina (PI) e Amarante (PI). Sucesso incondicional de público, “Ai que Vida” tem sua força na história repleta de picardia. As histórias fazem o espectador rir, chorar, se emocionar e também refletir sobre os valores morais das personagens. Muitos outros temas são abordados nessa proposta inovadora de fazer arte no Maranhão e Piauí. A filantropia, o caráter e a ética do ser humano, o amor, o respeito ao próximo e os valores familiares são aspectos trabalhados no filme, porém, a mais importante vertente é a “politicagem” no interior do Brasil, contribuindo, de maneira crítica, embora não panfletária e partidária, para a valorização da cidadania.
O filme de Cícero Filho, lançado em setembro de 2007, foi sucesso imediato de bilheteria. Estreou nos dois cinemas de Teresina e circulou por várias cidades do Piauí e Maranhão, e em festivais da Paraíba e Brasília. Por meio de um patrocínio do Governo do Estado, o filme chegou a produzir 300 cópias de DVDs, precariamente distribuídas nas locadoras da cidade. Mas foi o suficiente para que, em poucos meses, o filme se tornasse uma febre entre os camelôs de Teresina, e chegasse a outras cidades, espalhadas por atravessadores e fãs do filme.

FILME CURTA-METRAGEM “DÊ UMA XANXA AO AMOR” (2010)

Produção em curta-metragem de Cícero Filho é a comédia Dê uma Xanxa ao Amor, que discute relacionamentos, mas interessa-se mesmo é mostrar como vive a mulher nordestina: quebrando coco babaçu para sobreviver. O curta estreou no primeiro semestre de 2010.

 
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