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Yara Pires, aluna do curso de Farmácia da FSA, é selecionada para o Programa Ciências sem Fronteiras

“É uma experiência única”, diz Yara Maria da Silva Pires, primeira aluna do curso de Farmácia da Faculdade Santo Agostinho aprovada para participar do Programa Ciências sem Fronteiras. Aos 22 anos, Yara, que está no 9o e último período do curso, irá cumprir uma etapa de estudos acadêmicos na Universidade de Illinois (University of Illinois at Chicago), nos Estados Unidos. A estudante, que ficará um ano e meio no exterior, reconhece que essa é uma ótima chance para agregar valores que serão bastante úteis em sua carreira profissional. “É uma experiência única, tanto na parte acadêmica, pelas disciplinas, possibilidades de estágio, além do contato com outras pessoas, outras culturas. Vou aprender bem mais, poder agregar mais conhecimento, e não só sobre farmácia”, diz ela. De fato, as vantagens apontadas pelos especialistas em programas de estudo no exterior, são muitas: envolve desde o aprendizado consolidado de outras línguas, algo que agrega muito valor em tempos de globalização, como, também, o acesso a sistemas de ensino com perspectivas diferenciadas do nosso.

Nos Estados Unidos, Yara terá a chance de estudar em uma das mais antigas e bem conceituadas instituições de ensino do país, a Universidade de Illinois – UIC. Fundada em 1859, a Escola de Farmácia da UIC está entre os maiores centros de pesquisa da área, sendo reconhecida por sua excelência. O departamento de Farmácia da UIC, por exemplo, tem desenvolvido importantes pesquisas nas áreas de medicina alternativa, complementar e tradicional, biotecnologia e biodefesa, tratamentos contra o câncer, descoberta de fármacos, entre muitos outros. Sobre a universidade, Yara diz que já buscou informações sobre o curso: “além do próprio departamento de farmácia, já vi os laboratórios e campos de pesquisa”, diz entusiasmada.

Para o professor e coordenador do curso de Farmácia na FSA, Bernardo Melo Neto, a seleção de Yara para o Ciência Sem Fronteiras é uma excelente oportunidade para a estudante: “a experiência dela cursar parte da graduação no exterior é muito interessante, pois possibilita ao aluno ter outra visão do mercado de trabalho, da profissão. É uma experiência a mais”, comemora o professor.

O caso de Yara demonstra que a persistência é grande aliada do aluno interessado em ampliar suas oportunidades. A estudante conta que há algum tempo tinha interesse em estudar em uma universidade no exterior, o que foi possível após a FSA ter aderido ao Ciências sem Fronteiras, em 2013. No mesmo ano, Yara participou da seleção, mas foi eliminada do processo por não ter realizado a prova de inglês. Em 2014, ao saber da divulgação dos editais do programa, Yara começou a se preparar para a seleção, processo que durou nove meses, entre avaliação interna e externa. Na Avaliação Interna foram observados alguns critérios, tais como: ter nota mínima 8, 0 (oito) e, no máximo, três reprovações em disciplinas ao longo do curso. Além disso, a estudante deveria ter um bom currículo acadêmico, tendo participado de alguma atividade de extensão, pesquisa, monitoria ou projetos de responsabilidade social. Após passar por esta análise, Yara teve sua candidatura ao programa aprovada. Conforme explica o coordenador institucional do programa da FSA, o prof. Dr. Alisson Dias Gomes, “após cumprir com as exigências da instituição, o aluno tem sua candidatura homologada e seguir para a fase externa, onde ele concorre com estudantes de todo o país”, informa.

Se estudar em uma universidade fora do Brasil é um desafio, passar por uma rigorosa seleção, é um triunfo para se comemorar. E foi o que aconteceu. A notícia de que havia sido selecionada pelo Ciências sem Fronteiras foi recebida com alegria pela família de Yara. “Eles gostaram [da novidade]. Sabem que vai ser ótimo para o meu currículo, para minha formação profissional. Meus pais estão bem ansiosos, assustados, mas estão gostando”, afirma a estudante. Os colegas de turma também estão orgulhosos, mas já demonstraram apreensão pelo fato de a estudante já estar no último semestre da graduação em Farmácia. Para estuar na Universidade de Illinois, Yara optou por adiar a formatura em um ano e meio, período em que residirá em Chicago. Esse é um sonho do qual ela não está disposta a desistir. A CAPES concedeu até o dia 03.04.2013 um total de 11.767 bolsas no Ciência Sem Fronteiras e Yara conseguiu uma delas. Só por isso, já merece aplausos de pé.

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